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Escrito por blogbrasil@edglobo.com.br - cortesia Thales - 02/03/2007 |
Muito fofa!
A Malu Echeverria, que é editora-assistente de saúde e Beleza aqui na Crescer e que fica enlouquecida quando vê uma criança pela frente, mandou este link do You Tube para todos da redação http://www.youtube.com/watch?v=9yGp84i8GpQ Está em dúvida se coloca a dica na seção Primeiras Palavras da próxima edição... Eu, a Ju e a Bia nos divertimos muito assistindo... E você, o que acha? Gosta? Como diria a Malu "vá lá" e conte depois! |
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Escrito por blogbrasil@edglobo.com.br - cortesia Thales - 01/03/2007 |
Cada uma…
No site da CRESCER tem uma seção chamada “Eles dizem cada uma…”. É um espaço para contar aquelas pérolas impagáveis que as crianças falam e matam a gente de emoção, ou de vergonha! Selecionei três para colocar aqui. Mas vale dar uma olhada no site http://revistacrescer.globo.com/Crescer/0,19125,EFC1233904-2311,00.html. Já são mais de 40 páginas com as situações mais absurdas!
Conta para mamãe Certo dia cheguei em casa e minha bebê estava um pouco resfriada e superenjoada. Trabalho o dia todo e quando chego em casa ela fica superdengosa. Peguei ela no colo, sentamos no sofá, comecei a fazer carinho nela e disse: "Filha, o que você tem? Conta para mamãe!". Ela olhou para mim com uma carinha séria e começou a contar nos dedinhos: 1,2,3,4,5.... Andrea Aparecida Proença Cardoso (SP), mãe da Andressa, na época com 1 ano e 5 meses
Preço da nenê Logo que cheguei da maternidade com a minha segunda filha,minha filha mais velha que tinha 5 anos viu a pulseirinha da maternidade no braço da nene e diz: "Mãe esqueceram de tirar o preço de nenê!", quase morro de rir. Gisele Saraiva (CE)
Sol Meu filho Cristiano tem 2 anos e 3 meses. Um nublado dia desses estavamos sentados assistindo TV quando, de repente, a luz do sol se refletiu na parede, e ele se vira e me pergunta: "Mamãe, quem ligou o sol?". Achei o máximo esta pergunta. Silvia Figueredo (RS)
E você? Tem uma história assim pra contar? |
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Escrito por blogbrasil@edglobo.com.br - cortesia Thales - 28/02/2007 |
Já que o assunto é comida...
E já que falamos o suficiente de dieta saudável, educação alimentar e obesidade, está na hora de dar uma receita supergostosa -- e calórica também! Afinal, comer doce de vez em quando não é pecado, longe disso. Melhor ainda se você puder cozinhar junto com as crianças. Tive uma editora na Crescer, há muitos anos, quando minhas filhas tinham 3 e 4 anos que uma vez escreveu em um editorial que eu acordava cedo com elas — ou melhor, elas acordavam cedo e me acordavam —, e a gente ia para a cozinha fazer bolo. Volta e meia eu chegava na redação com um bolo ainda morno. De cenoura, de chocolate, de laranja, de banana... Eu colocava duas cadeiras encostadas na pia, uma em cada cadeira e eu entre elas. Uma delícia tanto a brincadeira quanto o resultado: esperar o bolo crescer, tirar do forno e comer o bolo quente (até hoje o Edu, meu marido, acredita que bolo quente dá dor de barriga, como a mãe dele dizia, mas eu e as meninas juramos que não dá...). Enfim, lá vai a primeira receita. Acho que posso colocar receitas aqui de vez em quando, que tal? Testadas e aprovadas! Anote este clássico, feito no liquidificador, bem rapidinho.
Bolo de Banana
Ingredientes: - 3 ovos - 3 bananas nanica grandes e maduras - 1 xíc. (chá) de óleo (não precisa ser muito cheia) - 2 xíc. (chá) de açúcar - 1 e 1/2 xíc. (chá) de farinha de rosca - 1 colher (sopa) de fermento
Modo de fazer Bata os três primeiros ingredientes no liqüidificador, coloque em uma tigela e misture, com uma colher, os três últimos. Só isso! Unte uma assadeira e coloque no forno. Não sei exatamente quanto tempo, talvez 30 minutos? Fique de olho e espete com um garfo para ver se está OK. Por cima, polvilhe açúcar e canela misturados. Uma delícia e bem fácil de fazer! |
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Escrito por blogbrasil@edglobo.com.br - cortesia Thales - 27/02/2007 |
Ele vai ficar com a mãe
O "gordinho" mais famoso do mundo, ao menos durante o dia de hoje, não vai precisar passar por mais um sofrimento: fazer dieta e ficar sem a mãe, tudo ao mesmo tempo. O conselho de experts que se reuniu hoje na Inglaterra para decidir seu futuro, diz ter feito um "acordo formal com a família para garantir a segurança e promover o bem-estar do menino", segundo a BBC. Agora, uma curiosidade: alguém ouviu falar do pai deste garoto. Sempre se referem à mãe, em todas as matérias que encontrei... De duas uma: ou ele não tem pai, ou o mundo ainda trata da (boa ou má) alimentação dos filhos como uma responsabilidade apenas das mães... |
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Escrito por blogbrasil@edglobo.com.br - cortesia Thales - 27/02/2007 |
Imagine um menino de 8 anos com 89 quilos

Um absurdo, certo? Para as autoridades de uma cidade do norte da Grã-Bretanha, mais do que isso. A mãe do garoto, Nicola, de 35 anos, recebeu um ultimato para controlar a dieta do filho -- do contrário pode perder sua guarda. Connor McCreaddie pesava, antes do Natal, o equivalente ao peso normal de quatro garotos de sua idade. Já perdeu 9,5 quilos, graças a exercícios físicos e a novos alimentos no cardápio, o que, segundo a mãe, em entrevista à BBC, diz estar muito difícil pois “ele se recusa a comer frutas e verduras”. O que leva uma criança a chegar nesse ponto… O que será que ele comia quando tinha um ano de idade? Fish and chips todo dia?! Os ingleses gostam de uma fritura, mas têm à disposição todo tipo de verduras, legumes e frutas. O que ele levava no lanche da escola? Claro, ele pode ter alguma pré-disposição para a obesidade… Mas certamente sua sobremesa não devia ser uma “fruta da estação”. Essa história faz pensar no quanto é importante criarmos bons hábitos, de todos os tipos, na vida dos nossos filhos, desde muito pequenos. A tão falada “reeducação alimentar” (se você, alguma vez, entrou em um consultório de um endocrinologista ou nutricionista buscando ajuda para emagrecer, conhece bem o assunto) não existiria se a “educação alimentar” tivesse sido realmente convincente! A questão não são os doces que a criança come de vez em quando, mas o que vai no prato dela, em todas as refeições, inclusive nos lanches, desde a primeira papinha. No caso do pequeno-enorme Connor, é fácil supor que as coisas não começaram muito bem. Agora, quanto à mãe perder a guarda do menino… |
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Escrito por blogbrasil@edglobo.com.br - cortesia Thales - 25/02/2007 |
Ainda sobre o Oscar

Tem uma categoria que pai e mãe sabe discutir melhor do que qualquer crítico de cinema: as animações. Você pode não ter conseguido assistir Babel ou Os Infiltrados até agora (eu vi e adorei Babel…), mas certamente foi ao cinema (às vezes mais de uma vez) para ver "Carros, "Happy Feet - O Pingüim” e "A Casa Monstro" -- os três concorrentes.
Competição bem difícil, não? As meninas aqui em casa estão apostando nos pingüins, uns fofos mesmo. A Casa Monstro, também muito bacana, certamente é preferida pelos "mais velhos"...
Mas, cá entre nós, gostaria que Carros ganhasse… A animação é fantástica (como eles conseguiram fazer o brilho das luzes nos carros ser tão real?!), o roteiro maravilhoso (o que adianta uma animação incrível, que não conta uma história de verdade?) e os personagens (todos… carros, é claro), com mais personalidade e sentimentos do que muita gente por aí. Enfim, vamos ver como se sai Relâmpago McQueen esta noite!
Para vocês relembrarem os filmes, aqui estão os links dos sites oficiais. Divirtam-se!
CARS - http://www.disney.com.br/cinema/carros/splash.html HAPPY FEET - http://www2.warnerbros.com/happyfeet/ A CASA MONSTRO - http://www.sonypictures.com.br/hotsites/cinema/706/ |
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Escrito por blogbrasil@edglobo.com.br - cortesia Thales - 25/02/2007 |
Hoje é dia de Oscar...
... e é provável que você tenha visto bem menos filmes que estão concorrendo do que gostaria. Quem tem filhos pequenos sabe que a decisão, antes tão banal, de ir ao cinema, agora envolve uma grande operação. Ligar para a avó para saber se tudo bem eles irem para lá; preparar a malinha com roupas e mamadeiras; comprar ingresso pela internet (você não vai correr o risco de montar todo esse esquema e morrer na praia, vai?); levar as crianças para a avó (ou tia, ou amiga); ir para o cinema; assistir, com o celular nas mãos, o filme que você tanto queria; sair do cinema e comer algo rapidinho (afinal não dá para pegá-los tão tarde…); voltar na casa da avó, pegá-los do sofá, já dormindo; colocar no carro; chegar em casa e colocá-los na cama (pensando que mais uma vez eles dormiram sem escovar os dentes). Enfim, por mais que você adore cinema, o mais normal é que as seções semanais na telona seja substituídas, por um tempo, em seções – semanais com grande esforço – nas telinhas. Durante o ano tudo bem, a gente vai levando assim. Mas no dia do Oscar é que a conta não fecha… http://www.oscar.com
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Escrito por blogbrasil@edglobo.com.br - cortesia Thales - 24/02/2007 |
Cinto de segurança
A terrível história do garoto João Hélio, do Rio de Janeiro, que foi arrastado preso ao cinto de segurança do carro, acabou gerando um dúvida entre muitas mães: será que é melhor deixar a criança sem cinto, para em uma situação de assalto como esta, conseguir tirá-la mais rapidamente do carro? A dúvida é bem razoável para quem mora nas grandes (e hoje, infelizmente, também nas não tão grandes...) cidades brasileiras. Enfim, pedi para a Jeanne, repórter aqui da Crescer, entrar em contato com a ONG Criança Segura, especializada no assunto e a resposta foi categórica: de maneira nenhuma você deve deixar seu filho sem o cinto – ou sem a cadeirinha. Eles fizeram, inclusive, um comunicado sobre o assunto no site http://www.criancasegura.org.br/midia_noticias_corpo.asp?id_artigo=635 Quando estiver navegando por lá, aproveite para conferir o guia de cadeirinha http://www.criancasegura.org.br/guia_cadeirinha.asp, para ajudá-la a decidir a melhor para seu filho, conforme ele vai crescendo. |
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Paula Perim é editora-chefe da CRESCER, onde trabalha há 7 anos . É mãe da Júlia, 10 anos, e da Beatriz, 9.
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