Escrito por Redação Crescer - 19/04/2007
O que realmente importa para as crianças
É enorme a quantidade de e-mails que recebo todas as semanas na redação sobre iniciativas que ensinam empreendedorismo às crianças ou querem preparar os pequenos para a escolha de uma carreira. São escolas que se propõem ensinar a lidar com dinheiro ou conta bancária, ensinar línguas estrangeiras – até chinês, em razão da importância da China como potência econômica – entre outras coisas. Isso tudo é tão importante? Devem existir muitos pais preocupados com essas coisas para justificar a oferta. Mas, segundo muitos psicólogos e educadores infantis que já tive oportunidade de entrevistar, brincar durante a infância pode ser muito mais útil depois na vida adulta. Então, antes de querer preparar seu pequeno para o emprego ou a carreira, pense em quanto tempo ele realmente tem para brincar e se divertir todos os dias, fora da escola. A vida moderna já é suficientemente estressante para sobrecarregar seu filho antes disso ser realmente importante.
Pense nisso!
(Ana Cláudia Cruz)
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Escrito por Redação Crescer - 19/04/2007
Subir em árvore é uma delícia

Acho muito chato aquele discurso de que só a infância de nossos pais, ou até mesmo a nossa, é que era boa. Que as crianças não tem mais a rua pra brincar, não sobem em árvores, etc, etc, etc. Todo mundo sabe disso e realmente é uma pena que seja assim. Mas eles também ganharam. Hoje eles têm acesso a informação do mundo inteiro dentro de casa mesmo, podem escolher dentre uma variedade enorme de filmes, canais e videogames, têm espaço para participar das conversas e decisões da família como nunca... E, claro, ainda podem subir em árvores, sempre que surge uma oportunidade. Foi o que aconteceu este final de semana...

(Paula Perim)
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Escrito por Redação Crescer - 18/04/2007
Parabéns, Isa!

A Isa -- Isabela Campos, produtora da Crescer há muito muito tempo -- completou 26 anos no último sábado. Aí é aquela coisa: sempre compramos bolo para comemorar, sempre tentamos fazer surpresa com o bolo na sala de reuniões... Mas como isso já é um hábito, o aniversariante raramente é enganado. Em todo tempo que estou na Crescer, só me lembro de termos conseguido fazer surpresa mesmo duas vezes. Uma para o Fernando Martinho, fotógrafo muito querido, atualmente clicando nos quatro cantos do Brasil para nosso projeto Diário de Mãe. Ele tomou um baita susto. A segunda foi esta semana, com a Isa. A Fátima, assistente de redação, falou para todo mundo que precisávamos fazer uma reunião urgente. A Isa estava no telefone e entrou na sala de reuniões por último e... é só conferir nas fotos sua reação... Parabéns, menina!
(Paula Perim)












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Escrito por Redação Crescer - 18/04/2007
Sítio de cara nova
Hoje, em pleno aniversário de Monteiro Lobato, consegui assistir a um episódio da nova fase do Sítio do Picapau Amarelo (todas as manhãs na TV Globo). Eu já estava ansiosa com que eu lia a respeito, sobre a notícia de que o roteiro seria mais próximo às viagens pelo mundo da fantasia que Monteiro Lobato fazia, mais ao estilo do que assistíamos nos anos 70 e 80 (vocês sabem que era a terceira versão para TV? Sim, a que assistimos hoje é a quarta!), com a Zilka Salaberry de Dona Benta. E eu gostei do que vi. Onde mais poderíamos ver o Nelson Xavier dizendo “Nós vamos ser os pioneiros mundiais na captura da mula sem cabeça!”? E também adorei rever a figura do Caipora, aquele ser vermelho que fuma cachimbo e protege os animais da floresta.
Na hora em lembrei das minhas imagens do Sítio, as cenas do Minotauro brigando com o Gracindo Júnior, do Curupira (que eu morrrrria de medo porque ele tinha o calcanhar para frente e os pés para trás!) e de como por toda a minha vida – e até hoje – a minha imagem da casa da bruxa do João e Maria foi a produzida pelo programa me trouxeram uma doce nostalgia, daquelas que a gente gostaria de compartilhar com as crianças de hoje. Todas coisas inúteis, como diz o poeta Rubem Alves, e que nos enche de sorrisos. Mesmo depois de “velhos”....
(Cristiane Rogerio)
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Escrito por Redação Crescer - 18/04/2007
Fechamento...

Esta semana, mais precisamente amanhã, fecharemos a edição de maio da Crescer. É a edição de Dia das Mães e, cá entre nós, está bem bacana. É difícil descrever o prazer que eu sinto cada vez que fechamos uma revista, folheamos ela prontinha (no que chamamos de boneco: uma pasta com plásticos, com as páginas impressas). Cada página, cada foto, cada pauta tem uma história. O que deu certo, o que precisou ser refeito. O que começamos de uma maneira e no meio do caminho decidimos que poderia ficar melhor com outro tipo de edição. O título que era laranja, mas, claro, ficou muuuito melhor em vermelho. Pensar sempre como ficaria mais gostoso de ler, mais útil, mais bonito. Fazer revista é uma delícia... Abaixo a nossa redação toda concentrada. Eles nem perceberam que eu estava fotografando...



(Paula Perim)
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Escrito por Redação Crescer - 17/04/2007
Tudo ao mesmo tempo agora
Ser multitarefas, ou seja, fazer várias coisas ao mesmo tempo, é uma característica do século 21. Falar ao telefone, ler os e-mails e tomar um café simultaneamente, por exemplo, são coisas que fazemos todos os dias e nem nos damos conta.
O hábito de se encarregar de várias atividades, espantosamente, é comum entre as crianças também. Um estudo do NPD Group sobre lazer infantil, com crianças de 2 a 11 anos, constatou que elas passam cerca de 68 horas por semana envolvidas com lazer – e 25% deste tempo é dedicado a atividades simultâneas, como internet e televisão, por exemplo. Se isso é bom ou ruim, ainda é cedo para avaliar.
Mas a verdade é que as mães são multitarefas desde o início da civilização – ou talvez até antes. Fico imaginando a mulher das cavernas, tentando fazer o fogo, enquanto espanta os bichos com uma mão e segura o filho com a outra. Voltando aos tempos modernos, quem nunca vestiu a roupa, falou ao celular e ninou o bebê no mesmo instante? Eu ainda não tenho filhos, mas lembro perfeitamente da minha mãe, que teve quatro meninas, quase enlouquecendo para dar conta das tarefas do dia a dia. À você, à mulher das cavernas e a minha querida mami, registro aqui a minha admiração!
(Malu Echeverria)
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Escrito por Redação Crescer - 15/04/2007
A Jú fez 10 anos!


E decidimos fazer uma festa diferente. Fomos para uma cidade a duas horas de São Paulo com 8 meninas: além da Jú e da Bia, levamos a Luli, a Lelê, a Lella, a Bárbara, outra Bia (a Bia loira!) e a Dara. Todas fãs de High School Musical, Cheetah Girls, Hannah Montana (se você tem filhas dessa idade, certamente conhece esses seriados do Disney Channel).


Todas coloridas, barulhentas, engraçadas. Todas com aquele ar de sou criança mas sei que logo logo vou ser adolescente (especialmente as amigas da sala da Ju, que a partir de julho começam a fazer 11 anos). A Bia e a Dara, de 8 anos, eram as menores da turma, mas acompanharam todos os programas. E foram muitos!


Elas patinaram no gelo (sim, havia uma pista de patinação na cidade), com direito a levar a trilha sonora (advinhe qual?), andaram de quadriciclo em uma pista própria para crianças, pularam sem parar na cama-elástica, participaram de uma caça ao tesouro à noite com lanterna e tudo, comeram fondue de chocolate, fizeram caminhada em uma trilha…



Fizeram não, fizemos: eu e o Edu participamos de tudo e terminamos o final de semana acabados, mas muito felizes. Na hora de fazer as contas, vale dizer, certamente gastamos menos do que gastaríamos se tivéssemos organizado uma festa para toda a sala em um buffet, por exemplo. E a comemoração durou um final de semana inteiro! Acho que esse tipo de festa fica guardado na lembrança de maneira especial. Na nossa e na delas.

(Paula Perim)
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Escrito por Redação Crescer - 15/04/2007
Olha o aviãozinho!

Todos os pediatras do planeta que me desculpem, mas brincar de aviãozinho com a colher é irresistível… e muitas vezes uma ótima saída quando eles não querem comer. Tudo bem: a criança tem de aprender que a hora de comer é… a hora de comer, que apreciar o sabor dos alimentos já é interessante o suficiente e que se a gente começa a levar brinquedos para o cadeirão, certamente teremos dificuldade de mudar o hábito enquanto eles são pequenos. Mas, por favor, nunca vi nenhum adulto em um restaurante abrindo a boca depois de fazer reviravoltas com sua colher-avião. Nem você nem seu filho vão fazer aviãozinho pelo resto da vida… Enfim, para quem curte a brincadeira, vale conferir a sugestão que está no blog da revista Wired http://blog.wired.com/geekdad/2007/04/baby_spoon_plan.html.
(Paula Perim)
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Escrito por Redação Crescer - 13/04/2007
Nem parece que é brinquedo



O Svan Scooter é um brinquedo tão lindo que nem vai fazer feio se ficar largado na sala. O estilo é o mesmo das cadeiras escandinavas, com linhas curvas e delicadas. Para seu filho, o mais legal é que dá para brincar de várias maneiras: imaginando um cavalo, um carro de corrida, um dragão. Divertido e lindo.

(Jeanne Callegari)
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Escrito por Redação Crescer - 13/04/2007
Música sem fronteiras
Eu me interesso por música desde que lembro dela na minha vida. E não só por ouvir, prazer inerente ao ser humano. Sempre adorei saber quem canta, quem compôs, as parcerias incríveis, os discos raros e como que a música pode mudar a vida das pessoas. E eu lembro de ser uma pré-adolescente e pirar no conceito de “world music” e assistir às premiações do Grammy e ver esta categoria e ver o Brasil concorrendo... Até hoje ainda não entendi muito bem, mas adorei saber do lançamento de uma série de CDs para crianças de uma gravadora que pega o termo “música do mundo” e o usa muito bem. É do selo independente chamado Putumayo, referência no segmento e com CDs distribuídos em mais de 100 países. Ampliando sua atuação na América Latina, agora lança aqui no Brasil algumas coletâneas com cantigas de vários cantos do mundo, mas também tem um CD somente com canções da África, outro da França, outro com caribenhas... E são muito bons! Pensei ser - sim - uma ótima forma de mostrar para a criança como a música não tem fronteiras, vai além dos idiomas, dos costumes, etc: música é para mostrar que a vida tem de ser comemorada! Veja aqui um trecho do CD French Playground, todo em francês.
Ps – o único senão é que os CDs são importados e todas as informações, mesmo aqui no Brasil, estão em inglês. (Cristiane Rogerio)
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  Paula Perim é editora-chefe da CRESCER, onde trabalha há 7 anos . É mãe da Júlia, 10 anos, e da Beatriz, 9.

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