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Escrito por Redação Crescer - 01/08/2007 |
Palavras de pai Mãe adora falar, porque mulher já tem esta fama e ter filhos é assunto que não acaba mais. Mas eu conheço um cara, o Luís Fernando Ramos, que ama falar da paternidade! Ele é do tipo fissurado pelas escolhas da vida – se é para falar de música, é a exaustão; se é para falar de futebol, adora uma boa discussão; se o assunto é político, está cheio de argumentos... Agora, imaginem o que virou quando ele descobriu que iria ser pai? Era daqueles que sabia tudo sobre a gravidez e as expectativas. Depois que Tomás nasceu – há quase 4 anos – ele enlouqueceu e a gente tem conversas ainda melhores a partir de então. Ele adora ser pai, exerce muito bem esta função e agora – à espera do segundo bebê – ele divide isso com os internautas no blog “Pai rock... e boleiro.. e chef... e feliz!” Experimentem! Não é muito fácil encontrar pais, assim, com tanta vontade de falar, né? Então, divirtam-se!! E Feliz Dia dos Pais, para todos estes que descobriram que ter filhos dá o que falar, o que chorar, o que pensar, o que rir, o que emocionar, o que conhecer, o que rever, o que cansar, o que aprender, o que abraçar, o que beijar...
(Cristiane Rogerio) |
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Escrito por Redação Crescer - 31/07/2007 |
Musical na Terra do Nunca

Fui assistir, na sexta à noite, a estréia do musical Peter Pan, Todos Podemos Voar, em cartaz no Credicard Hall. Apesar do frio e do horário, 20:30, o local estava lotado de crianças. É incrível como a história, de mais de 100 anos, não envelhece. Ela toca em pontos cruciais para as crianças, como a vontade enorme de ser independente, de não ter que obedecer, de ser livre - desejos que, nos dias de hoje, são ainda mais intensos, já que é menor ainda o grau de mobilidade das crianças, que dependem dos pais para absolutamente tudo. Junto com Peter, elas derrotam o malvado Gancho, símbolo do mundo adulto e de tudo que não podem fazer. Com Sininho, sentem ciúmes dos irmãos e dos amigos que se aproximam dos pais que elas amam mais que tudo no mundo, e, de tanto amar, acabam prejudicando, como no momento em que a fada trai Peter, na história original de J.M. Barrie. Ouvindo Wendy contar histórias, lembram-se de que, apesar de querer a independência, amam demais o colo da mãe e o carinho e as histórias contadas. E se para ter isso é preciso assumir o compromisso de crescer, de abandonar a Terra do Nunca, elas o farão. Peter Pan representa esse paradoxo da infância, essa necessidade de independência e de colo ao mesmo tempo. A peça dá às crianças o poder de que elas sentem falta em suas dependentes vidas. Veja: se elas batem palmas, podem salvar uma fada da morte! Isso é fantástico para qualquer um.
E, com uma história tão poderosa na mão, é difícil não agradar aos pequenos. Mas nem tudo é perfeito. Leonardo Miggiorin (lembram dele, da novela Mulheres Apaixonadas? Era o Rodrigo, filho do José Mayer) interpreta um Peter honesto, com boas micagens e gracinhas. Já a Wendy de Gabriela Petry é sofrível: melodramática, não parece uma criança, e sim uma adolescente cheia de hormônios e louca para ficar com garotos. O Capitão Gancho é claramente inspirado em Jack Sparrow, só que, claro, muito pior. O problema principal, porém, é que todo o espetáculo é dublado. Perde um pouco da graça da coisa toda. Afinal, por que fazer teatro, e ainda por cima um musical, se o elenco não segura a onda de cantar ao vivo? Pequenos problemas no roteiro, também. Na adaptação, Sininho não trai Peter Pan. E para salvá-la quando toma veneno, o público deve ficar de pé, e não bater palmas. A Wendy melodramática faz a idéia de crescer parecer mais chata do que deveria, ao final. E as músicas não ajudam muito: melosas, parecem tiradas de uma novela mexicana, com exceção da encantadora O Bando dos Meninos Perdidos, de Marcelo D2.
Mesmo com todos os problemas, a peça encanta, porque é baseada em uma história maravilhosa. Além disso, os cenários são incríveis, lindos, delicados, e o bando de Peter voando deixa a criançada boquiaberta. É um mundo à parte, o mundo maravilhoso da Terra do Nunca Jamais, que os adultos nunca devem esquecer. Peter Pan empresta suas alegrias e traquinagens para crianças por um tempo, apenas para vê-las crescer. Mas ele mesmo nunca cresce, afinal, é a própria infância, o retrato dessa época que passa tão rápido, tão rápido, que quando a percebemos de novo, não é conosco que acontece, mas com nossos filhos, que assistem tão maravilhados como nós estivemos um dia com as mesmas travessuras.
Peter Pan, Todos Podemos Voar Local: Credicard Hall Site: http://www.ticketmaster.com.br Preço(s): R$ 50,00 a R$ 150,00. Data(s): Até 16 de setembro. Horário(s): Quintas e sexta, 20h30; sábado e domingo, 11h, 14h e 17h.
(Jeanne Callegari) |
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Escrito por Redação Crescer - 30/07/2007 |
Não chore pelo leite derramado no sofá
Em todo apartamento bacana que visito lá está ele: o “Living”. São 20, 30, 50 ou até 100 m² bem decorados – motivo de orgulho para quem conseguiu, depois de muito trabalho e dinheiro, decorar a casa dos sonhos. Diante de um tapete impecavelmente escovado, sofás modulares sem uma única mancha de chocolate e peças de design (inteiras) distribuídas na mesa de centro, eu fico pensando onde vivem as crianças da casa: na sala de bagunça. Inversamente proporcional ao living, ela é apertada e lotada de brinquedos. Entenda-se. Não tenho nada contra o “Living”. Acho que, numa casa na qual vivem adultos e crianças, os espaços devem ser democraticamente distribuídos. As grandes grifes de design já sacaram isso e estão apostando em versões infantis para os clássicos assinados (dê uma olhada na revista eletrônica da Casa e Jardim de agosto). Sem a presença dos habitantes mirins, a sala de estar torna-se árida. Em vez de morador, a criança age num living desse tipo como uma espécie de visitante de museu, vive com as mãos para trás, não toca em nada. Uma cadeira infantil pode perfeitamente decorar a sala de estar, assim como poltronas, sofás e pufes de tamanhos reduzidos. É só usar o bom senso. Tenha diversas capas de almofadas (para trocá-las semanalmente), caixas e cestas para brinquedos, paciência e muito amor. Melhor ainda, se tiver recursos, é ter uma sala de bagunça tão grande e linda quanto o living onde pais e filhos possam conviver. Não chore pelo leite derramado no sofá de chenile. Os filhos crescem. O living permanecerá lá, lindo, com “L” maiúsculo. (Nuria Uliana) |
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Escrito por Redação Crescer - 27/07/2007 |
Uma pirueta, duas piruetas...
No último fim de semana, comemoramos o aniversário de 4 anos do meu sobrinho, o Pedro. O tema da festa, que ele mesmo escolheu, foi circo. O mais engraçado é que, uns anos atrás, ele morria de medo de palhaço! Para animar a criançada, minha irmã Carol contratou uma trupe de artistas circences. Entre palhaçadas, malabares e pernas de pau, era visível a empolgação nos sorrisos das meninas e meninos. Os mesmos que adoram internet, televisão e video-game...
Durante a apresentação final dos palhaços, recordei a minha infância no interior. Como a alegria tomava conta das crianças na escola toda vez que o circo chegava na cidade. Para os pais que pensam que o circo é um passatempo ultrapassado e não tem nada de bom a oferecer às crianças do século 21, fica aí a minha sugestão. Mas nada de animais enjaulados, claro. E os jovens - como na música de Chico Buarque - vão pedir bis.
(Malu Echeverria) |
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Escrito por Redação Crescer - 27/07/2007 |
Youtube com emoção!
Quem coloca um vídeo no Youtube pode mudar de vida? Rhian Davies, um menino de 9 anos, deu um salto na sua “carreira”. O garoto, um prodígio no futebol, foi contratado depois que os dirigentes do Manchester United, um clube inglês, viram seu vídeo on-line. Acesse aqui.
(Thais Lazzeri) |
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Escrito por Redação Crescer - 26/07/2007 |
Lista dos favoritos
Adoro sentir novos aromas, conhecer outros sabores. A gastronomia permite que tentemos criar e recriar receitas de acordo com o nosso gosto. O mesmo vale para a lista de restaurantes “FAVORITOS” que todo mundo tem. Por que não experimentar outras culinárias? Japonês, italiano, tailandês... Minha primeira sugestão é a culinária árabe. Na verdade, as casas de chá árabes – compostas por várias salas. Cada uma comporta cerca de 10 pessoas. Além de muita dança-do-ventre, a comida é farta. São rodízios do que o melhor da culinária oferece: pães, patês, salgados fritos e assados, doces e muitos chás, claro. Fui visitar uma dessas casas, o Khan el Khalili. Para minha grata surpresa, muitas crianças, na companhia dos pais, deixaram-se encantar pelo oriente. Elas não só conheceram a culinária árabe. O passeio foi além. Elas tiveram contato com outra cultura e valores que, num futuro muito próximo, podem ser responsáveis pela formação de uma rede de pessoas que não vejam diferenças, mas igualdade.
(Thais Lazzeri) |
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Escrito por Redação Crescer - 24/07/2007 |
Maratona no Rio, ode ao esporte Aida continua nos contando seus dias inesquecíveis de Jogos Pan Americanos no Rio ao lado dos filhos.
Dia 22 - domingo
Parece dia de verão carioca: muito sol, praias cheias, gente feliz. E feliz com os resultados do Pan. Nossos atletas estão se superando e ganhando medalhas em todos os esportes. Podíamos ter ido à praia mas, como muitos, mas preferimos curtir nossos atletas dando show. Pela orla, com o maravilhso visual do Rio, as mulheres correram a maratona e ganhamos o bronze. Na Lagoa, outro lugar lindo, foi a fez do esqui aquático. À noite, fomos para a Barra ver a estréia das meninas do basquete. Jogaço, com vitória sobre as canadenses. O jogo foi na Arena Esportiva. Nossa, parece ginásio europeu, primeiro mundo mesmo. Lugar lindo, confortável e seguro. Nossos assentos eram ótimos mas mesmo alguns de nossos amigos que ficaram bem longe conseguiram ver bem o jogo. E as 13.500 pessoas vibraram ainda mais quando a veterana Janet, a grande e inesquecível Janet de tantas vitórias, fez a primeira cesta e pediu apoio da torcida. Foram uns 80 minutos de gritos e palmas na Arena. Emocionante. Apesar de ter sido um jogo relativamente fácil, tinha gente chorando no final... Na volta, o Daniel acabou dormindo no ônibus de tão cansado. Chegamos em casa às duas da madrugada. É preciso ser atleta para aguentar esta maratona! Dia 23 - segunda-feira
Foi nossa vez de ir à praia. Os meninos estavam loucos para jogar vôlei de praia. E, apesar do vento, todo mundo entrou na água. O mar lava a alma e renova as energias. E precisávamos. Afinal, à tarde, fomos ao Maracanãzinho assistir aos primeiros jogos do vôlei masculino. Como aperitivo, vitória de virada de Porto Rico em cima da Argentina. Nem precisa dizer que o estádio todo estava torcendo pelos camisas vermelha. Depois, mesmo sem Ricardinho, os rapazes começaram o Pan vencendo o Canadá. De quebra, demos uma espiada no vizinho Maracanã onde as mulheres recuperaram o orgulho da pátria de chuteiras e venceram a semi-final do futebol feminino.
Com tanto jogo, falta tempo para ver os amigos e curtir os parentes. Mas está sendo ótimo nós três estarmos curtindo tudo isso juntinhos. Já somos muito agarrados mas esta maratona esportiva está nos unindo ainda mais! Delícia de férias. Pena que já passamos da metade...
(Aida Veiga) |
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Escrito por Redação Crescer - 23/07/2007 |
Finalmente nossa convidada da semana! Vida de mãe é uma tremenda correria sempre. Agora imagine isso no Rio de Janeiro, em pleno Pan, com o lançamento da versão original do sétimo volume do Harry Potter e a estréia do filme Transformers, de Steven Spielberg! Foi por essas e outras que só hoje Aida conseguiu escrever sobre suas férias carioca. Abaixo, ela conta como foi a sua primeira e vitoriosa semana no Pan. (Mônica Brandão)
Dia 18 - quarta-feira Foi a nossa estréia no Pan - e que estréia! Fomos assistir à semi-final de vôlei feminino Brasil e Estados Unidos. As meninas arrebentaram e não deram chance para as americanas. Os meninos nunca tinham assistido à um jogo de vôlei e ficaram super animados. Daniel decidiu abrir mão de uma aula de futebol por semana para começar a jogo vôlei. Virou fã da Paula Pequeno. Mas se o jogo foi bom, melhor mesmo foi sentir a atmosfera da cidade. Apesar de tudo o que se fala do Rio, a cidade está vivendo um momento de pan, ou seja, de confraternização. Ou PanPaz - como dizem os animadores que fazem a festa da torcida antes dos jogos. No lugar de policiais armados, centenas de voluntários circulam pelas ruas indicando caminhos, ajudando turistas, sorrindo, sempre sorrindo. A gente identifica eles pelo casaco azul do Pan - o maior ítem fashion do Pan. Os voluntários estão por todos os lados. São 16 mil e vieram de todos os estados - alguns até de outros países como Espanha e Argentina. O Pedro está tão encantado com esses voluntários que já decidiu se inscrever como tal se o Brasil conseguir sediar a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas em 2016.
Dia 19 - quinta-feira Como não conseguimos ingressos para a final do vôlei, fomos assistir ao jogo na casa de uns amigos. Os cariocas estão vivendo o Pan no clima que os brasileiros curtem uma Copa do Mundo. Ruas enfeitadas, bandeiras nas janelas, buzinaço e fogos quando sai alguma medalha. O que tem de gente vestindo camiseta do Brasil ou do Pan nas ruas...Na hora da final do vôlei, muita gente estava em casa, na frente da TV. Mas, infelizmente, não deu. Tivemos sete, sete chances de fechar o jogo e ganhar o ouro mas as garotas não conseguiram. Pensei que a derrota fosse desanimar o Daniel mas ele só quer saber de jogar vôlei. A raça da garotas e o jogo sempre emocionante chamaram mais atenção do que a derrota. Para animar meus pequenos, levei eles e os amiguinhos para assistirem a estréia de Transformers, o novo de ação/ficção-científica de Spielberg. O filme não foi 10, mas, com muita pipoca e pizza depois, deu para esquecer aqueles sete pontos desperdiçados...
Dia 20 - sexta-feira Fomos ao RioCentro pela primeira vez. É uma verdadeira maratona: metrô, ônibus, ônibus integração. Demoramos uma hora e meia para chegar lá. Mas tudo muito organizado, sinalizado, limpo, sem confusão. Assistimos duas partidas de handball masculino. A primeira, entre México e Chile, serviu para aquecer a torcida e mostrar como o handball é um jogo difícil, que exige um preparo físico excelente. Os jogadores correm o tempo todo e precisam ter muita força física para aguentar as tromabadas dos adversários. Depois, a semi-final entre Brasil e Uruguai. Os nossos meninos venceram fácil, fácil, com mais de dez gols de diferença. Uma das maiores atração foi o Orlando, um jogador uruguaio que chamou a atenção por ser careca, baixinho e barriguido. Mesmo assim, quando entrava no time, o Orlando fazia bonito. E conquistou a torcida brasileira que chamava pelo seu nome...vai entender. Nada de Bruno Souza ou Helinho, os craques do time. Com a vitória nas mãos, queríamos todos ver o baixinho em quadra. Na volta, paramos numa livraria para comprar o sétimo volume de Harry Potter, que foi lançado naquela noite no mundo todo. Desde então, Pedro não tira os olhos do livro e tenta ler mesmo sendo em inglês. Não dá para esperar até o dia 10 de novembro - quando será lançada a edição em português - para saber o destinho do simpático bruxinho. Até o final do Pan saberemos o que vai acontecer com Harry e seus amigos - quem morre, quem casa com quem, etc.
Dia 21 - sábado Depois de uma semana de chuva e tempo meio nublado, o sábado amanheceu lindo, com um sol de verão. Fomos ao Clube Marapendi assistir ao tênis feminino. Na chegada, os voluntários - mais uma vez - distribuíam protetor solar para os desavidos que, como nós, esquecemos do poder do sol carioca. O lugar é lindo, com várias quadras de saibro e muito, muito verde. Nossos lugarres eram bons - mas isso não é um problema neste Pan. Pelo menos até agora, deu para perceber que os organizadores tiveram cuidado com o público. Todo mundo tem uma visão boa mesmo estando longe. No caso do tênis, o único problema é que, por ser ao ar livre e com o sol que fazia, passamos muito calor. E mais calor ainda por conta dos jogos. O primeiro foi a semi-final individual feminina, vencida por uma venezuelana. Depois tivemos o jogo da dupla brasileira contra uma dupla cubana. As cubanas eram melhores e ganharam o primeiro set mas a animação da torcida levantou a moral das nossas tenistas que viraram o jogo, ganhando de 2 x 1. E ainda dizem que o brasileiro só gosta de futebol. Quando acabou, o Daniel correu para conseguir um autógrafo das meninas e acabou aparecendo com um autógrafo do Flávio Saretta, uma das nossas esperanças de medalha no tênis masculino. Orgulhoso com o autógrafo na camiseta, pegou o irmão e conseguiu tirar fotos com o Saretta. Já prometeu que vai vestido de Saretta na semana que vem, quando tivermos as partidas de tênis masculino. Só temos a reclamar da falta de estrutura para comer. Só tinha um Bobs no local. Bobs é uma lanchonete de fast food carioca que tem exclcusividade na parte de alimentação durante o Pan. Os sanduíches são bons mas o Bobs é conhecido pelo atendimento demorado. No Marapendi, como só tinha um Bobs, ficamos uma hora na fila para comprar nosso almoço - que ainda veio frio...Nem a simpática voluntária que veio nos oferecer uma mesa para sentar conseguiu aliviar nossa revolta. Só mesmo a vitória para animar o ânimo.
(Aida Veiga) |
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Escrito por Redação Crescer - 20/07/2007 |
Saudades do meu “bebê”
É sabido que os pais têm, em maior ou menor grau, dificuldades para registrar o crescimento dos filhos. Quer dizer, vemos que eles estão crescendo, percebemos seu amadurecimento, mas tendemos sempre a olhar para ele como se ainda fosse aquele ser pequeno e indefeso que conhecemos nos primeiros meses e anos de vida. Eu tenho uma filha, Laura, de 14 anos. Como ela foi para o berçário com apenas 5 meses, sempre tive muito claro que ela iria se tornar mais independente a cada dia. Acompanhei seus avanços nessa área todos esses anos. Até incentivei, porque acho que ter iniciativa ajuda a viver melhor nesse mundo de rápidas mudanças. Mas acho que só nestas férias de meio de ano entendi realmente o quanto ela cresceu. Sempre trabalho nos meses de julho e diferente do que aconteceu durante muitos anos, não me preocupei em manter a empregada em casa para tomar conta dela, inscrevê-la num curso de férias, ou garantir que fosse viajar com os avós. Desta vez, dei férias para a empregada, a Laura não freqüentou nenhum curso e nem foi viajar com ninguém. Ela combina com os amigos as programações – ir ao cinema, fazer uma seção de dvd e pipoca, ir ao shopping tomar um lanche – e eu só autorizo ou não e acerto detalhes de horário e de quem vai levar ou buscar. É claro que o celular ajuda a acompanhar e “controlar” os passos dela, mas, definitivamente, ela cresceu. Fico feliz com seu desenvolvimento, mas, em alguns momentos, sinto saudades do meu “bebê”! Mas essa é a ordem natural das coisas, não é?
(Ana Cláudia Cruz) |
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Escrito por Redação Crescer - 19/07/2007 |
Puxou a mãe...
Você conhece alguém que, enquanto conversa com uma pessoa, consegue prestar atenção na conversa da mesa ao lado? E os pais dele são assim também? Segundo estudo publicado na revista científica Human Genetics este mês, essa habilidade é hereditária. Apesar de algumas pessoas acharem que é falta de consideração com a pessoa com quem você está batendo papo, eu discordo. Convenhamos, no mundo multi-tarefas de hoje, é uma baita vantagem ouvir - e entender - várias coisas ao mesmo tempo. Tenho uma amiga aqui na redação que morreu de rir quando ouviu essa notícia. A gente até costumava brincar que ela parecia uma antena, isto é, captava tudo... No caso dela, a característica foi herdada da mãe.

O meu pai também tinha o dom de "participar" de várias conversas paralelamente. Lembro que ele falava ao telefone e assistia o Jornal Nacional - e fazia comentários pertinentes nas duas situações - tudo ao mesmo tempo! Mas, infelizmente, não nasci com o tal gene. Claro que não posso reclamar: tem outras coisas legais que sou grata por ter herdado. Como a paixão pela ciência, por exemplo - o que me fez optar pelo jornalismo nessa área. E você, o que puxou de bom da sua família? E o que gostaria que o seu filho herdasse de você?
(Malu Echeverria) |
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Escrito por Redação Crescer - 16/07/2007 |
Semear é melhor que chorar É isso que move qualquer projeto social, não? A gente para de chorar, decide arregaçar as mangas e mergulhar na esperança de melhorar uma determinada situação. Mas ao assistir pela primeira vez os mineiros Ponto de Partida & Meninos de Araçuaí isto ganha novo sentido. Novo motivo para acreditar.
 Este também é o mote de Pra Nhá Terra, o novo CD e espetáculo do grupo. Vem ao encontro de uma preocupação geral sobre os maus-tratos do homem com o restante da natureza. Na história, um grupo de humanos tem a missão de achar novos motivos para o tatu sair da toca e voltar a lutar pela natureza. E o mais bacana de assistir a uma apresentação artística com este tema é saber que é possível tratar do assunto sem chatice, sem dar lição de moral nem catastrofismo. Inclusive para um público de crianças. Porque o CD é para crianças mas, como é bom, não tem infantilização, pode agradar a qualquer pessoa, de qualquer idade. E quando se junta boa música, profissionalismo e talento, minha única alternativa foi suspirar. Como já contamos aqui em CRESCER, o grupo teatral Ponto de Partida, de Barbacena, em 1998 pegou o seu saber e descobriu em um grupo de meninos do município Araçuaí, bem no meio do Vale do Jequitinhonha, talento e vontade que vão muito além de uma ajuda social. Gravaram um CD, o Roda que Rola, com canções voltadas para o público infantil. Anos depois, gravaram um DVD com participação de Milton Nascimento, o Ser Minas Tão Gerais que eles trouxeram para São Paulo e levaram a Paris. Neste último, a inspiração também é o cantor e compositor mineiro, além da poesia de Manoel de Barros, que emprestou seus e sua filha, Martha, que assina os desenhos do encarte do disco.
 Sábado passado, dia 14, fui assistir ao novo espetáculo no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, Minas Gerais. No palco, nota-se tudo. A qualidade, o rigor dos ensaios, a absorção do conteúdo em prol da natureza pelas crianças e o mais importante: o prazer de cada uma delas, percebidas em cada um dos olhares, que pegam a gente na platéia pelo coração. Há momentos que você acha estar em um sonho: adultos e crianças penduradas se equilibrando e equilibrando bambus como se fosse a coisa mais natural do mundo.
 Na platéia, o retorno mais puro possível: um garoto, que alternava suas gargalhadas às nossas, lembrando-os que ele tem sempre um novo olhar a nos apresentar. Afinal, como diz o poeta Manoel de Barros, “é pelo olho que o homem floresce”.
(Cristiane Rogerio)
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Escrito por Redação Crescer - 13/07/2007 |
Viajar com um pequeno
Em julho de 2005 fiz uma viagem inesquecível com o João. Ele estava com 1 ano e meio, ainda usava fraldas e tinha carinha de bebê. Destino: Porto Seguro - Bahia. Muita gente achou que seria complicado, afinal ele era pequeno, ainda dormia durante o dia, o lugar era quente demais, tinha de trocar fraldas a todo momento na praia... E foi uma experiência única. Pude perceber que aquela história de privação quando se tem um filho pequeno está mais na nossa cabeça do que na realidade propriamente dita. É importante ter tudo à mão para se sentir segura. Para isso, embarquei com mamadeiras, fraldas, bonés, brinquedos, carrinho de bebê... Esse último foi de uma utilidade absurda, o levei para todo canto, inclusive nos passeios de barco. Afinal, sempre que ele quisesse, tinha um cantinho limpinho para dormir nas praias, e eu, um local para trocá-lo e guardar as coisinhas dele. O hotel em que ficamos também era muito agradável. Além de estar localizado num local lindo e longe do agito, na Praia de Mutá (foto), tinha um jantar com várias comidinhas que criança gosta, piscina infantil e espaço pra brincar. Deu tudo supercerto, sem estresse nenhum. Foi a primeira viagem mais longa do João. E será sempre uma recordação feliz para mim. Este ano, no dia 28 de julho, voltaremos lá e tenho certeza de que será inesquecível como a primeira vez. E conto pra vocês no meu blog, que vocês podem acessá-lo por meio do ícone do lado direito da tela, Missão: Ser Mãe.
(Ana Paula Pontes) |
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Escrito por Redação Crescer - 13/07/2007 |
Mais uma foto de dia dos pais
Crianças sorrindo. Pais sorrindo mais ainda. Tudo teria acontecido como normalmente acontece em todos os dias dos pais, não fosse o fato de que estamos em Julho e de que as fotos de toda essa brincadeira virariam a capa de próxima edição da revista. Como o Renato, nosso Diretor de Arte, está de férias, fui incumbido de acompanhar o ensaio. Já havia acompanhado capas de outras revistas que trabalhei mas nunca uma da Crescer e confesso que foi muito diferente do que eu imaginava. Pra mim a criança e o pai vinham, trocavam de roupa e ficavam fazendo poses diferentes até que "a foto" saísse e acabou. Mas que nada! Quanto trabalho! O princípio é sempre igual: Chega e vê a locação, as roupas com a produtora, explica a idéia da foto pra fotógrafa, conversa de luz, ângulos, enfim, o corriqueiro. Mas aí chega a criança. A nossa "Estrela" desse mês. Feliz, com um sorriso no rosto (ainda bem!). Começam as fotos. tudo certo. Mas em cinco minutos fecha a cara e não quer mais saber de fotos.... O pai olha com um sorriso amarelo no rosto e diz: "Puts, ela fez cocô! Mãe, troca a fralda!!" Dez minutos depois recomeçam as fotos, a criança está feliz e sorridente, mas nem por decreto olha para a câmera. É aí que começam os truques de nossa talentosa produtora! Surgem brinquedos dos mais coloridos e barulhentos que são estrategicamente colocados perto da câmera pra que a criança olhe naquela direção. E ela olha? Depende do quão interessante é aquele brinquedo pra criança... e esse bebezinho queria mesmo era olhar para o pai que estava ali, tão pertinho. Nessa hora, começa o desespero da fotógrafa, seja porque não consegue a atenção da criança, seja porque a luz do sol está mudando de posição e estamos "perdendo" a foto, seja pelo barulho infernal de um patinho de pelúcia que insiste em fazer "qué qué qué qué" em seu ouvido. Pronto, pensei eu! Tudo perdido! Mas não contava com as destrezas da mesma produtora, que guardava em seu arsenal a última arma secreta: O fantástico potinho de fazer bolhas de sabão! Caramba, as crianças amam bolhas! Inacreditável. É só a bolha ser "guiada" para o lado da câmera e.. Pronto! Temos uma foto! Eba! Agora conseguiremos terminar a sessão e tudo ficará lindo... Mas novamente me pego cantando vitória antes da hora, pois justo quando estava tudo funcionando, adivinha? Era hora da nossa estrela mamar... pára tudo, ela tem que comer! E depois de comer? Sono de beleza... aquele silêncio na locação... esperamos ela acordar, repetimos todos esses "procedimentos" uma, duas, três vezes, até finalmente conseguirmos o resultado esperado... A foto foi um sufoco, saí de lá bem cansado (e sei que não fui o único), mas com um sorriso de vitória no rosto. O resultado? Você confere no próximo mês, na revista!
>Ricardo Fiorotto< |
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Escrito por Redação Crescer - 12/07/2007 |
Momento tia-coruja
Outro dia eu estava falando aqui sobre ser tia e do quanto isso é bom! Mas não contei que tenho quatro sobrinhos que não vivem no Brasil. Minha irmã mais nova, a Vívian, mora em Houston, nos EUA, com o marido e os filhos Nicole e do Thiago, meus sobrinhos queridos de 5 e 3 anos. O Nelson, meu cunhado, mora com a família em Toronto, no Canadá. Também não vejo seus filhos, os igualmente queridos Luca e a Nina, de 10 e 5 anos, o tanto que eu gostaria e sinto que minhas filhas não possam conviver com os primos. É preciso criar outras formas de relacionamento, cultivar o carinho, o amor por eles. E as fotografias ajudam muito nisso. Enfim, no meu momento tia-coruja, as fotos dos quatro...
 Nicole e Thiago no calor de Houston, EUA
 Luca e Nina no calor (sim, lá também faz calor...) de Toronto, Canadá
(Paula Perim) |
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Escrito por Redação Crescer - 11/07/2007 |
Shrek perdeu o trono?
Não adianta. Criança quando gosta de um filme quer assistir mais e mais. Há dois anos, o ogro verde ganhou espaço em casa. Muito, aliás. Ok. O João nem tinha ouvido falar em Shrek, e a culpa de tê-lo apresentado foi toda minha. Tudo bem. Mas jamais iria imaginar que cairia de uma forma ao gosto do pequeno a ponto de esse visitante um tanto sem educação se hospedar de vez em nossa casa.
Como eu sou menina, como diz o João, é um tanto assustador ver como ele se delicia com aquelas bizarrices toda. Enfim, pelo menos no ano passado, posso dizer que Shrek esteve no DVD quase todos os dias. Com todo esse histórico de sucesso, pensei que ele amaria assistir a Shrek Terceiro. Lá fomos nós no sabadão para o cinema. De cara, eu já tinha percebido que não era tão bacana quanto os dois primeiros (concordo com a Paula, num dos posts abaixo), mas fiquei observando o telespectador mirim. E, da mesma forma que quando criança gosta, gosta de verdade, quando não curte... Ele virou e me disse: "mamãe, esse filme é chato". E ainda restavam mais 45 minutos de fita na telona. Gelei. João é o maior comentarista (em alto som) no cinema, ganha vários "xius" e outras reclamações (que fica para um próximo post). Isso quando adora o que está vendo... Shrek Terceiro terminou, sem palmas do João. Talvez o ogro tenha amadurecido demais e perdido um pouco da selvageria e inocência que agradava tanto ao pequeno.
(Ana Paula Pontes) |
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Escrito por Redação Crescer - 11/07/2007 |
As férias
Acho que muitas mães irão concordar comigo. Quando chegam as férias escolares, não bate um pânico do que fazer com os pimpolhos? Deixá-los com a empregada? Com a avó? No curso de férias? No fim do ano passado, foi a primeira vez que estive nesse dilema. A babá foi embora, e, como só pego 15 dias de férias em janeiro e 15 em julho, o que fazer com os outros 15? A empregada estava há pouco tempo em casa e fiquei com receio de que o João estranhasse. Lá se foi uma alternativa. Mandá-lo para o curso de férias da escola me deu uma dó danada, pois ele iria cansar da escola. E aí, como sempre, a avó caiu do céu. Mas são três netos... e minha irmã também trabalha e tem dois anjinhos (os loirinhos da foto) na mesma situação.
Três seria demais. Mas a avó coruja, e supermãe, disse "ou os três ou nenhum" (coisa de mãe, não?). E ficaram os três juntos na casa da minha irmã com a avó e a empregada, para facilitar um pouco as coisas. Como o que está acontecendo nestas férias de julho. Eles adoram. Brincam o tempo inteiro, correm do cachorro, brigam (como não?), brincam com massinha, com bonecos (três meninos, imaginem!) e tudo é uma curtição. Inclusive o João, que é dorminhoco, pula cedo da cama para ir para a casa dos primos. Pelo menos por enquanto, está funcionando assim. Já nas próximas férias...
(Ana Paula Pontes) |
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Escrito por Redação Crescer - 10/07/2007 |
Falando em aniversário...
Tive uma experiência inédita este ano com o João. Sabe aquela história de fazer "só um bolinho para a família" para não passar em branco?
Lá em casa, não funcionou. Para quem tem filho que faz aniversário no período de férias (João faz em janeiro), sabe que é supercomplicado encontrar os coleguinhas para comemorar. No entanto, vale um esforço. No dia do aniversário do João, este ano, fiz uma festinha em casa, e ele pediu que fosse do Batman. Tudo era do super-herói: a roupa dele, as bexigas, o bolo, a vela, os copos, os pratos, as lembrancinhas... Mas, depois que os primos e tios chegaram, veio a pergunta-bomba: "Mamãe, e os meus amiguinhos da escola, por que eles não chegam?". Quase morri de dó. Pouco adiantou explicar que eles estavam viajando. Ele fez uma carinha de decepção, mas logo se distraiu com os primos. Quem realmente ficou mal? Eu, claro. Para contornar a história, combinei depois com ele que faria uma festa na escola, assim que as aulas começassem. Ele curtiu os preparativos e se sentiu o máximo na escola com todos os seus amiguinhos comemorando o seu aniversário. Voltou para casa superfeliz. E eu aprendi a lição. Não importa o tamanho da festa, em casa ou em um bufê, temática ou não, chega uma fase em que, além disso, o importante para eles é ter os amigos por perto.
(Ana Paula Pontes) |
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Escrito por Redação Crescer - 09/07/2007 |
Ter um menino

Em meio a tantos posts com dicas bacanas para se fazer com meninas, até um clube da luluzinha de aniversário (num dos posts abaixo da Paula, excelente!), vou colocar um "homenzinho" aqui de 3 anos e meio e 1,05 metro de altura (é, ele é bemmm grandinho!) e contar um pouco sobre esse "universo masculino" durante esta semana. Quando descobri que estava grávida, sempre me imaginei cuidando de um menino (coisa de grávida). É, cuidando. Só não tinha me dado conta que, depois de um tempo, além dele, outros seres fariam parte da minha vida: o Homem-Aranha, o Batman, o Sr. Incrível, o Shrek e suas nojeiras (que rendem ótimas gargalhadas do pequeno) e por aí vai. João tem um humor incrível, é tirador de sarro, inteligente, machistinha (adora falar "dá licença, mamãe, isso é coisa de menino") e muito amoroso. Confesso que, de vez em quando, ainda me pego um pouco sem jeito para lidar com tanta luta de bonecos, filmes de super-heróis, boladas na cara e uns carinhos um tanto desajeitados... Mas é um mundinho que até então eu não conhecia (afinal, eu só brincava de bonecas) e me fascinou rapidamente.
(Ana Paula Pontes) |
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Escrito por Redação Crescer - 09/07/2007 |
Donas DA casa
Que os homens ganham mais e ocupam os principais cargos no mundo corporativo, todo mundo sabe. Mas em casa e no casamento, quem continua mandando são elas. As esposas têm maior controle do que os maridos sobre as discussões, diz estudo recente da Universidade Estadual do Iowa, publicado no jornal da Associação Americana de Psicologia.  Segundo os cientistas, elas se responsabilizam pela "fiscalização" do relacionamento a dois, para garantir que tudo esteja correndo bem. Nas discussões, ao contrário do que imaginavam os pesquisadores, elas assumem uma postura dominadora. Isso faz com que, invariavelmente, os maridos cedam mais vezes. Mas, considerando que a mulher assume cada vez mais papéis, dentro e fora de casa, fica difícil saber se a notícia é boa ou ruim...
(Malu Echeverria) |
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Escrito por Redação Crescer - 08/07/2007 |
Festa 4 - Dicas da Internet
Vários sites podem ajudar na hora de preparar a festa do seu filho. Já usei o Kids Party http://www.kidsparty.com.br/ e achei bem bacana. Vale a visita! (Paula Perim) |
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Escrito por Redação Crescer - 07/07/2007 |
Festa 3 - A sua!!!
No começo desta semana coloquei duas sugestões de festa de aniversário -- o início de uma série. Faltou pedir a colaboração de vocês! Quem tiver alguma sugestão de festa bacana, com dicas e fotos inspiradoras, mande para o e-mail da Crescer (crescer@edglobo.com.br), com foto e suas recomendações. Vamos compartilhar nossas idéias!!!
(Paula Perim) |
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Paula Perim é editora-chefe da CRESCER, onde trabalha há 7 anos . É mãe da Júlia, 10 anos, e da Beatriz, 9.
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